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Ritalina ( Cloridrato de Metilfenidato ) 10mg 30 comp.

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Ritalina, nome comercial de medicamento cujo princípio ativo é o cloridrato de metilfenidato, é um estimulante do sistema nervoso central.A Ritalina é indicada para tratamentos de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno hipercinético e narcolepsia.

Com o uso do medicamento, a atenção, o foco e a concentração são favorecidos. Já a sonolência diurna (típica da narcolepsia) diminui, consideravelmente.

Por atingir tais efeitos, a Ritalina passou a ser utilizada de modo equivocado, por pessoas que não apresentam os transtornos mencionados — mas desejam melhorar a performance intelectual.

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Concurseiros, que precisam dedicar muitas horas aos estudos e necessitam de bom desempenho da memória, se tornaram consumidores ávidos do metilfenidato, como se esse fosse uma espécie de “pílula da inteligência”.

Mas será que a Ritalina funciona para esse propósito?

Descubra, neste post, a resposta a essa e outras dúvidas sobre os usos do cloridrato de metilfenidato.

Como a Ritalina age no organismo?
A ação do fármaco ainda não é plenamente compreendida. Acredita-se que o metilfenidato atue como um psicoestimulante, aumentando a produção e os níveis de dopamina e noradrenalina.

Como resultado, incrementa o estado de vigília o que, por consequência fisiológica, beneficia a capacidade de concentração.

Por que a Ritalina é indicada?
Ao melhorar certas atividades cerebrais, a Ritalina proporciona mais qualidade de vida para crianças e adultos diagnosticados com TDAH, transtorno hipercinético e narcolepsia.

Portanto, deve ser indicada especificamente como coadjuvante no tratamento desses distúrbios — visto que, nesses casos, também são recomendadas abordagens psicoterapêuticas.

Qual o efeito da Ritalina?
Quando utilizada corretamente, por pessoas que realmente necessitem do medicamento, o metilfenidato equilibra funções executoras, proporcionando:

potencialização da concentração;
diminuição da perda de foco e da fácil distração;
melhora no desempenho escolar;
queda da impulsividade;
maior atenção em atividades cotidianas;
redução da inquietude física e mental;
menor ocorrência de sono em momentos imprevisíveis.
Para pessoas com TDAH, esses efeitos podem significar algo tão impactante que muitos poderiam falar em uma vida antes e depois da Ritalina.

Antes, dependendo do grau do transtorno, poderia ser uma grande dificuldade lembrar do enredo de um filme que acabou de assistir. Ou de uma conversa, de uma instrução recebida, de uma informação que deveria memorizar.

A distração também poderia causar problemas sérios, transformando tarefas simples, como dirigir, em perigos iminentes.

Pelo que vimos, uma vez que o medicamento age como estimulante do sistema nervoso, a vida depois do uso controlado de Ritalina, se apresenta muito mais agradável e segura.

Os benefícios são expressivos na convivência social, na produtividade acadêmica e no trabalho, além de trazer reflexos para a autoestima e bem-estar, visto que o indivíduo passa a se perceber mais integrado, capaz e confiante.

Quais os efeitos colaterais da Ritalina?
A bula do remédio alerta que as reações adversas, quando ocorrem, tendem a ser passageiras e moderadas. Isso, obviamente, quando a dosagem prescrita é respeitada.

No entanto, efeitos colaterais podem se manifestar. Nesses casos, o médico deve ser imediatamente informado.

Confira alguns dos mal-estares que a Ritalina pode ocasionar:

febre;
inflamação na garganta;
alteração dos batimentos cardíacos;
cefaleia;
ataques de pânico ou de ansiedade;
enjoos;
insônia;
perda de apetite;
queda de cabelos;
espasmos musculares;
alucinações;
convulsões;
dor no peito;
dor abdominal;
agitação;
nervosismo;
reações alérgicas;
elevação na pressão arterial;
tonturas;
boca seca;
desmaios;
sudorese;
dor nas articulações;
visão turva.
Ritalina para estudar: funciona?
Depois dos esclarecimentos que pontuamos nessas questões iniciais, acreditamos que ficou bastante claro que, como tratamento para transtornos factuais, a Ritalina representa um importante recurso.

Ainda assim, dados os seus possíveis efeitos colaterais, é sempre necessário pesar prós e contras. A orientação e acompanhamento de um médico qualificado faz toda a diferença nesses casos.

Porém, agora chegamos a um novo ponto da discussão: o uso da Ritalina para fins alheios à sua recomendação.

O debate sobre essa situação é pertinente, pois, buscando “turbinar o cérebro”, muitos estudantes recorrem ao uso do medicamento.

Medicação controlada
Cabe destacar que a Ritalina precisa de receita médica para ser vendida (é um “tarja preta”, como nos referimos a essa categoria de remédios). No entanto, duas circunstâncias colaboram para o fácil acesso a seu consumo:

É comercializado, ilegalmente, em sites clandestinos.
Relatando sintomas que façam alusão ao TDAH, pacientes conseguem obter de médicos mais “apressados” um diagnóstico positivo (e equivocado), passando a contar com a receita necessária para compra legal dos comprimidos.
De posse do psicoestimulante, aqueles que precisam estudar, com afinco, para provas de vestibular ou concursos, investem na ingestão dos comprimidos, como se fossem “pílulas de inteligência”.

Mas ela realmente funciona, nessas ocasiões?
Especialistas alertam que, na ausência do TDAH, os efeitos da Ritalina são semelhantes aos placebos. Além disso, a possibilidade de efeitos colaterais graves são muito maiores.

Some a esses fatores o potencial de dependência química e psicológica do fármaco, dada sua ação nos níveis de dopamina e noradrenalina, bem como o caráter de “superpoder” que é atribuído à Ritalina.

Por que, então, ela se tornou tão popular entre concurseiros e vestibulandos, se não desempenha os resultados esperados?

É preciso dizer que, a curto prazo, ela pode, sim, trazer algumas modificações, consideradas desejáveis.

A principal delas diz respeito à inibição do sono. Diante de muitos conteúdos a serem assimilados, é natural que o estudante encare a necessidade de dormir como um empecilho a seus propósitos. Se pode se manter alerta, deixando o dia mais produtivo, por que não aproveitar esse recurso?

Como um dos efeitos da Ritalina é acentuar o estado de vigília, seu uso para este fim parece justificável. Entretanto, o tempo desperto não é sinônimo de qualidade.

Informação adicional

Peso 100 g
Dimensões 12 × 23 × 56 cm